Diálogos com D

20 de setembro de 2019 1 comentário

Aproveitando o blog pra deixar por aqui alguns textos que escrevo enquanto estou de bobeira…

Alerta textão escrito no cel enquanto viajo, e/ou estou de bobeira com tempo de sobra então deve ter um mundaréu de erros de port.

Um dia qualquer, F acordou e imaginou como seria se ele pudesse ter um diálogo com o vento. Diferente do “diálogos ao vento”(livro escrito por dois amigos), F pensou como seria o papo, se o próprio VENTO estivesse disponível para um diálogo.

Certa feita, ao pegar no sono, F se viu diante do Skype com apenas um contato online, seu nickname era D, curioso e intrigado, F enviou uma mensagem a D a fim de saber quem respondia por essa inicial.
Começou assim o diálogo que segue:

F- Opa, tem alguém ai?
D- Yep, quer tc?
F- Haha, isso é muito velho, quem é você? Te conheço?
D- Conhece, de ouvir falar.
F- Não entendi, conheço ou não?
D- Certamente sabe quem sou.
F- Eita bixo misterioso. Qual é seu nome? Te conheço de onde?
D- Meu nome é D, já conversamos algumas vezes. Aliás, eu diria que foram varias vezes. Nos conhecemos na igreja, mas depois tivemos um contato maior através de textos filosóficos, as vezes conversamos por sonhos, tipo esse que você está tendo agora.
F- Eim? Quem? Deus?…
D- Prazer, pode me chamar de D.
F- Ok, você sabe que quando em um sonho alguém fala que é um sonho é um pouco esquisito né?
D- Mais esquisito que falar com D via skype?
F- Fair enough, isso já é bem estranho.
F- Mas bem, o que te traz ao meu querido sonho e contato no Skype?
D- Achei ser uma boa oportunidade e forma pra batermos um papo.
F- Nem sei por onde começar a conversa.
D- Que tal começar levando isso a sério? Você pode aproveitar a oportunidade.
F- Quer dizer que posso começar uma conversa com D e tratar sobre qualquer assunto? De fato me parece uma boa oportunidade pra nos conhecermos melhor e pra eu finalmente te perguntar algumas coisas.
D- Eu já te conheço, no caso, o correto seria dizer “pra eu te conhecer melhor”.
F- Vamos lá. Como eu sei que você realmente é quem diz ser?
D- Não sabe. Normalmente as pessoas têm fé que Eu seja, fé que pode ser a extensão de sua razão e processo pelo qual sou conhecido. Porém é comum elas esperarem que eu seja algo que não sou. Ou melhor dizendo, que eu faça algo que eu nunca fiz, não faço e nem farei.
F- Ok, a fim de dar prosseguimento nesse diálogo assumirei que você de fato existe e que estou falando com o todo poderoso criador do universo.
D- Tecnicamente sou o Criador, continuo criando, e continuarei a criar o universo. Porém, por mais interessante que seja o universo ou a minha existência, estou mais interessado mesmo é por você.
F- Por que?
D- Porque você pode ser mais do que têm sido. Pode fazer mais do que tem feito, e pode desfrutar mais de seu bem mais precioso, da sua vida e relação comigo.
D- Estou realmente interessado em ter um relacionamento íntimo com você. No sentido de que possamos confiar e contar um com o outro. Plenamente, totalmente e continuamente.
D- Dica, você só tem a ganhar. Zero ônus.
F- Você sabe que me interesso em nosso relacionamento, prezo pelo conhecimento de Ti e continuamente tento me comunicar contigo. Acontece que quase nunca tenho conclusões satisfatórias.
D- Bom, vamos conversando, tentarei te ajudar com suas resoluções. Não prometo satisfação, mas meu comprometimento com você é de 100%. Garanto que dei/dou/darei tudo de mim, isso eu posso garantir.
F- Me parece bom. Vamos lá.
D- Antes de continuarmos, devemos estabelecer algumas premissas. Possivelmente usarei de ironia e sarcasmo.
F- E como vou saber quando você assim o fez?
D- A, sim, contar a piada explicando o porquê da graça é muito engraçado mesmo! Sem dúvida.
F- Você acabou de ser sarcástico, certo?
D- Sim.
F- Ok, acho que entendi.
D- Também, sempre que Eu assim desejar, me darei o direito de responder com uma pergunta.
F- Tudo bem.
F- Posso definir uma premissa?
D- Claro.
F- Não utilizaremos de floreios, digo, a sinceridade deve ser completa. Também não polidaremos nossas palavras, a verdade será “nua e crua”. Em resumo, digo, sem frescura.
D- Me parece justo. Tem certeza que você aguenta?
F- Pode apostar que sim.
D- Quer mesmo apostar comigo? Você vai perder.
F- A, sim, de fato usei de expressão equivocada. Fique sempre à vontade para limitar meus excessos e me corrigir quando achar necessário.
D- Eu sempre fiz isso, nunca foi diferente, você que por vezes agiu feito uma mula surda e empacada e não me ouviu.
F- Um, um pouco agressivo de sua parte, mas eu não esperava por menos depois de pedir pela verdade sem rodeios.
F- Se eu parecer agressivo, por favor entenda que normalmente sou assim comigo, em minha mente, sou provavelmente pior. Só assim sei ser completamente sincero.
D- Sem problemas, eu te conheço.
F- A, esse vai ser um problema. Já que você me conhece, como ter um diálogo natural? Se você já sabe o que penso e o que vou dizer, qual o propósito de eu perder meu tempo aqui? Precisamos ajustar isso. O que você propõe?
D- Não vou limitar meu conhecimento, você vai ter que entender que minha pre ciência é assim e se quiser ter um diálogo comigo é assim que será. Eu já sei, já sabia, e saberei, mas ainda assim, estou aqui, disposto a te dar tempo. Quem tem a ganhar aqui é você, aproveite a oportunidade.
F- Ok, vou tentar ignorar isso e prosseguir com o diálogo.
F- Por falar em tempo, estranho ver você dizer que vai me dar tempo. Pra você ele não é uma realidade né.
D- Quer começar com esse tema? O tempo? Sei que esse assunto te interessa muito.
F- Não, ainda não. Tenho outras prioridades. To vendo viu, você ai fingindo que não sabia a resposta que eu ia dar.
D- Se você ficar com essa palha assada, não vai ter diálogo. Já vou mandar fogo consumidor ai e acabar com essa conversa.
F- Foi sarcarmo denovo né?
D- Fica na dúvida ai.
F- Ok, parei.
F- Bom, então, você sabe que na verdade eu estou falando comigo mesmo né? Então eu entendo que as suas respostas na verdade são minhas. Digo, não há diálogo. De qualquer forma, vou tentar dar o meu melhor pra fazer o seu papel, de acordo com meu conhecimento eu sua revelação(Cristo), palavra sagrada, ciência, filosofia, criação, Google e Wikipedia.
D- Boa sorte. Mas não se esqueça do sobrenatural. Vivo em você e falo mais que você imagina. Incluo o meu falar em você, nas pessoas ao redor de você e nas ações de amor que te rodeiam, bom, estou constantemente falando, meu falar e agir não tem limites ou barreiras, e falo quando quero, e através de quem eu quero, ou do que quero. Não pense que seu limitado conhecimento sou Eu. E não pense que seus limites são impeditivos para meu falar. O que você imagina que sou, não sou, pois isso me limitaria ao seu conhecer. Ainda assim, me faço revelar e ser conhecido, o suficiente para que você veja meu amor por você.
F- Amor? Ok, vamos começar. As vezes vejo ele, na verdade, me desculpe, vejo o amor por muitas vezes, sou agradecido, de verdade, obrigado. Mas ele é limitado, não no sentido de que eu acho que mereço mais, mas quando o coloco o mau na conta, o amor tende a perder. Eu acho, sinceramente, não sei. Tenho a impressão de que ante a um oceano de bondade, uma gota de mau é o suficiente para contaminar e sobrepor toda a bondade. Bom, isso me traz a tona meu maior problema com você, porquê você permite que isso seja assim?
D- Você sabe.
F- O livre arbítrio? Sério que você vai mandar essa baboseira na minha cara?
D- Não estou respondendo o mau dado a consequência humana, eu sei que você não está falando disso. Ainda assim, já considerou que todo o mau pode ter origem no pecado humano? Todo ele, inclusive o mau natural.
F- Ok, eu já considerei isso, e penso ser a melhor resposta para o que vejo por ai. O homem, com sua imensa qualidade em cagar em tudo que faz, disparou o mau incial isso encadeou tudo, inclusive nos desastres naturais, na criança que nasce com câncer e etc. Eu entendi isso, mas meu problema não é a origem do mau, é com a sua clara indiferença a ele, digo por quê você permite?
D- Indiferença? É sério isso?
D- Eu não desejei isso, não te criei pra que você passe por isso. Não sou indiferente, já resolvi esse problema e a resolução me custou tudo. Custou a mim, eu decidi resolver o problema que você me causaria antes mesmo de te criar.
F- Não estou vendo isso no meu dia a dia.
D- Não te criei pra que você viva apenas o dia a dia.
F- Ora, você me jogou aqui, num mundo cheio de horrores e diz que eu nao deveria estar aqui?
D- Correto.
F- Eu não entendo.
D- Se você tem desejos que não são deste mundo, isso é um claro indicador de que você não pertence a ele. Como você pode dizer ser grato, e ao mesmo tempo ser tão ingrato?
D- Como você pode reclamar da vida que te propícia o sorrizo de sua filha? Ou do beijo de sua esposa? Ou do abraço de seu filho?
F- Meu problema é exatamente esse. E como será quando eu não tiver mais isso? A certeza de que isso vai acabar, me mata sem que eu morra.
F- A hipótese de que eu sofra, ou que meus amados sofram sem que você faça nada a respeito me faz querer ser indiferente a você, porque isso me mostra um D indiferente. Me parece justo que eu aja como você, com indiferença.
F- Se você não liga a ponto de fazer algo a respeito, porque devo fazer parte com você?
D- E você acha que eu devo fazer algo?
F- Claro que sim! Como você pode se dizer amor, ver o mau, a dor e o sofrimento e ficar calado? Que pessoa não faria nada ante a injustiça, a calúnia, a tortura, a dor, a doença, a prisão, a fome, a sede, a morte?
D- Jesus.
F- Resposta bonita pra levantada de bola que eu dei. Mas não me conforta, a dor continua ai, e a cada segundo que passa, uma criança é brutalmente morta, ou estuprada, ou diz ao pai no leito do hospital que “está doendo”. Ora ninguém merece ouvir de seu filho que a dor está muito forte, ou mesmo ouvir um “Papai, tá doendo muito, ora pra que o Papai do céu faça a dor passar”. Você não vê a incoerência na fala dessa inocente e imaculada criança clamando por alívio a um Deus que nada fará?
F- Eu tenho que concordar com Ivan(Karamazov), se a Sua existência exige esse tipo de coisa, se sua harmônia divina permite isso, eu não quero parte com você. Não é moral fazer parte e ter parte com quem pode, mas não dá alivio a sua criatura.
D- O alívio é diário. F, eu respeito e entendo seus questionamentos, sou grato por finalmente poder conversar com você sobre isso. Por ter um diálogo sincero…
F- Permita-me interrompê-lo. Duvido que terei uma resposta convincente.
D- Eu não preciso te convencer, não quero sua convicção. Quero sua devoção sincera, seu amor e que sua vida glorifique o Meu nome.
F-Como um Deus mau, demanda isso de sua criação?
D- Não demando, espero. Afinal, esse é meu propósito para você. Só assim você conseguirá ter a paz que me pertence, o alívio que vem de mim, o cuidado e força para continuar que só Eu posso oferecer.
D- Não nego o mau, ele é real, e por mais que você não goste de ouvir isso, ele vem de mim. O bem ou o mau que te pertence, sou eu quem determino.
O mau não é ausência do bem, ele é físico, real e fácilmente perceptível, ele vem de mim, te explicar da metafísica do mau não é possível.
Aliás, nada pode ser sem mim, poderia o mau ser um “mau-Ser”? existir fora Do Ser? Se Deus É, então nada existe fora dEle, do contrario esse algo também seria, e se assim fosse, seriam dois, se são dois não é, são. E se são, o um não existe, existe dois, e se temos dois a conta não fecha. Tudo que existe, existe em mim.
Eu sou o que sou, sempre fui e sempre serei. Tudo é, porque eu sou.
D- As coisas são porque eu sou. E porque quero que assim seja. Infelizmente é impossível que você entenda, sua limitação cognitiva não permite que você entenda tudo. Ainda assim, aqui estou, disposto a dar as respostas que você pode receber.
F- Vai jogar na minha cara a minha limitação? Não foi você quem me fez limitado?
D- F, calma. Lembre-se com quem você está falando.
F- Aaa, agora vai me ameaçar?
D- Não, pelo contrário, o que você leu como ameaça deveria ter sido interpretado como uma declaração de amor.
D- Eu sou o único capaz de oferecer alívio a minha criatura, e estou aqui tentando te dar isso.
D- Permita-me, quando te criei, o fiz com oq propósito de ter um relacionamento com você, mas seu egoísmo, ingratidão e pecado te distanciaram de mim. Seu sofrimento aumenta exponencialmente a sua distância. Sua indiferença a mim não me altera em nada, mas muda tudo em você.

D- Certa feita, ouvi um questionamento parecido com esse que você está me fazendo, ele me perguntou o seguinte:
“Foram as tuas mãos que me formaram e me fizeram. Irás agora voltar-te e destruir-me?” (Jó 10:8)
D- Eu poderia aproveitar nosso acordo de sermos francos e te mostrar qual é a sua posição e qual é a minha assim como fiz com Jó, mas prefiro dizer o seguinte:
“F, sei que vai ser difícil, mas tente trazer a memória aquilo que te dá esperança, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pense nessas coisas.
O que as suas mãos tiverem que fazer, faça com toda a sua força, pois quando o tempo ao lado de seus amados acabar, não hávera atividade nem planejamento, nem conhecimento ou sabedoria.
Te prometo que seus sofrimentos atuais não se comparam com a Glória que te será revelada, o fim que te desejo é de paz e não de mal. Esteja certo que nem morte nem vida, nem anjos nem demônios, nem o presente nem o futuro, nem quaisquer poderes, nem altura nem profundidade, nem qualquer outra coisa será capaz de me separar de meu amor por você.”
F- Obrigado pelas palavras, de coração agradeço, você sabe que sou sincero. Porém eu tenho que dizer, vamos continuar, ainda tenho mais…
D- Sou todo ouvidos.
F- Você já foi em um hospital?
D- Ein?
F- Não sente vergonha das condições lamentáveis de sua criação? A que nível o ser humano chega? Chegamos ao ponto de virar um número escrito no prontuário, nem sequer o nome das pessoas é útil. O sofrimento e descaso é imenso e o Seu cuidado é quase nulo, onde você está?
D- Onde você está?
F- Não entendi.
D- Onde você está?
F- Eu?
D- Onde você estava?
F- Quando?
D- Nesse tempo todo em que você pensava nessa situação lamentável das pessoas no hospital. Você estava onde? E por que não levou o alívio que os doentes necessitavam? Por que seu amor não foi compartilhado com eles? Por que sua sensibilidade aguçada não foi utilizada para melhorar as condições dessas pessoas? Por que seu tempo não foi gasto a fim de minimizar o sofrimento? Por que você não clamou a mim para que eu trouxesse paz? Por que você não cantou ou tocou uma bela música com o dom que você têm e trouxe alívio aos doentes? Por que você preferiu comprar um lanche ao invés de comprar uma medicação que poderia minimizar a dor do doente? Por que você foi tão insensível que você nem sequer pensou nessa hipótese? Por que você não se juntou ao seus amigos pra se vestir de palhaço e trazer alegria aos pequeninos que lá estão? Nem os seus amigos mais íntimos, quando ficam doentes tem o prazer de receber sua visita.
Como você têm a cara de pau de passar do lado do doente e mostrar seu melhor e podre desprezo? Você nem o vê, como consegue ouvir um grito de dor e de socorro e fingir que é normal? Como consegue esperar que outro resolva?
D- Preciso continuar? Você realmente acha que jogar a responsabilidade de seu mau-caráter em mim é a resposta lógica para o problema? Você sequer parou pra pensar antes de me fazer uma pergunta dessas?
F- Mensagem captada e entendida. Não vou prometer que vou melhorar porque sei que sou um imbecil que prefere fazer o mal que não quero e não faço o bem que quero, mas prometo lutar contra isso, talvez nessa guerra interna eu ganhe uma batalha ou outra.
F- Posso continuar? Acho que devemos parar de falar sobre minha última pergunta, senão vai dar mais ruim pra mim.
D- Claro. A partir de agora segue sozinho aí que eu sigo meu caminho daqui.
F- Não perae, se vai onde?
D- Lugar nenhum só queria ver sua cara de desespero.
F- Ata.
D- :p
F- Como você permite que minha filha morra de uma forma trágica?
D- F, sua filha tá viva que eu sei.
F- Mas se ela pode morrer tragicamente a qualquer momento, então isso é o mesmo que se ela estivesse morta. A dor, a morte e a doença não precisam me atingir, mas a certeza de que isso existe e não sou imune, e que em todo tempo varias pessoas sofrem com isso, já basta pra que eu desanime.
Quando vejo o mal de longe, eu finjo que ele passou despercebido, mas constantemente meus pensamentos trazem isso à minha memória.
D- Quando isso acontecer, digo, de você ter esses pensamentos, leia o que eu já te disse nesse diálogo e se não for o suficiente procure mais de mim na palavra escrita que te deixei, na famosa bíblia.
D- A, mas não se iluda, eu não tenho compromisso com seu conforto. Se quiser algo pra massagear seu ego, leia outra coisa.
F- Me parece bom, e razoável, farei isso.
F- Mudando então de assunto, vamos falar do tempo.
D- É meu.
F- Todo ele?
D- Tecniccamente “todo” pressupõe que você pode contar, ou que ele tem uma(s) parte, o que é incorreto, então pra você eu posso responder sim, “todo” ele, mas pra mim isso é igual a zero, ou, infinito.
F- Você está fora do tempo?
D- Correto.
F- Então você estava lá quando o tempo começou?
D- Você percebeu que essa conversa está ficando meio maluca, certo? Só pra confirmar que você se ligou nisso.

Continua….

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SQL Internals parte 3 – Pré-venda…

27 de agosto de 2019 Deixe um comentário

Treinamento SQL Server Internals parte 3 está disponível pra compra na pré-venda … corre e aproveita os 50% de desconto… go go go…

https://cursos.fabriciolima.net/pages/courses

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SQLSat906 – SQLRock com banda System32

20 de agosto de 2019 Deixe um comentário

Fala galera, vou fazer um show com minha banda no dia do SQLSat906 em SP… 🙂 …

Bora?

ShowSP

https://www.facebook.com/events/2611461712220359/

Abs.

Fabiano

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PodCast3 – Delete Sem Where com Fabiano Amorim e Luciano Moreira (aka Luti) – SQLInternals e Nuvem

9 de agosto de 2019 4 comentários

Fala galera, eu finalmente tirei do papel meu plano de começar um PodCast sobre banco de dados…

Logo

Segue o tereciro episódio que tive como convidado meu amigo Luciano Moreira, nesse Cast Conversamos bastante sobre SQL Internals, Nuvem e outras coisas…

Nesse episódio eu também falei sobre um case interessante sobre análise de uso de índices em um ambiente que trabalhei recentemente em um cliente…

Link para o vídeo no Youtube:

Espero que vocês gostem…

O script que usei foi o seguinte:

SET TRANSACTION ISOLATION LEVEL READ UNCOMMITTED;
GO

SELECT TOP 100
s.plan_id,
q.query_id,
t.query_sql_text AS QueryText,
OBJECT_NAME(q.object_id) AS parent_object,
SUM(s.count_executions) AS CountExecutions,
CONVERT(DECIMAL(18,2),AVG(s.avg_logical_io_reads)) AS AvgLogicalReads,
CONVERT(DECIMAL(18,2),AVG(s.avg_physical_io_reads)) AS AvgPhysicalReads,
CONVERT(DECIMAL(18,2),AVG(s.avg_cpu_time)) AS AvgCpuTime,
CONVERT(DECIMAL(18,2),AVG(s.avg_duration)) AS AvgDuration
FROM sys.query_store_query_text t
JOIN sys.query_store_query q
ON t.query_text_id = q.query_text_id
JOIN sys.query_store_plan p
ON q.query_id = p.query_id
JOIN sys.query_store_runtime_stats s
ON p.plan_id = s.plan_id
WHERE t.query_sql_text LIKE N’%FM_Schedule%’
GROUP BY s.plan_id,
q.query_id,
t.query_sql_text,
OBJECT_NAME(q.object_id)
ORDER BY CountExecutions DESC
GO

— Find Plan(s) Associated with a Query
SELECT t.query_sql_text, q.query_id, p.plan_id, object_name(q.object_id) AS parent_object,
CONVERT(XML, p.query_plan) AS qPlan
FROM sys.query_store_query_text t JOIN sys.query_store_query q
ON t.query_text_id = q.query_text_id
JOIN sys.query_store_plan p ON q.query_id = p.query_id
WHERE q.query_id = 4305750
— OR t.query_sql_text LIKE N’%SELECT c1, c2 FROM dbo.db_store%’
— OR object_name(q.object_id) = ‘proc_1’

Abs.

Fabiano Amorim

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PodCast2 – Delete Sem Where com Fabiano Amorim e Diego Nogare – IA e BigData

30 de julho de 2019 Deixe um comentário

Fala galera, eu finalmente tirei do papel meu plano de começar um PodCast sobre banco de dados…

Logo

Segue o segundo episódio que tive como convidado meu amigo Diego Nogare, nesse Cast Conversamos bastante sobre BigData, Inteligência Artificial e outras coisas…

Nesse episódio eu também falei sobre um case interessante sobre análise de uso de índices em um ambiente que trabalhei recentemente em um cliente…

Link para MP3:

https://soundcloud.com/fabiano-neves-amorim/podcast2-delete-sem-where-com-fabiano-amorim-ia-e-bigdata

Link para o vídeo no Youtube:

Espero que vocês gostem…

Abs.

Fabiano Amorim

Categorias:Não categorizado, PodCast Tags:

SQL Internals parte 2 – Pré-venda…

15 de julho de 2019 Deixe um comentário

Treinamento SQL Server Internals parte 2 está disponível pra compra na pré-venda … corre e aproveita os 50% de desconto… go go go…

https://cursos.fabriciolima.net/pages/courses

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Pod/VideoCast 1 – Delete sem where com Fabiano Amorim e Dirceu Resende – SQL, Segurança e PowerBI

5 de julho de 2019 Deixe um comentário

Fala galera, eu finalmente tirei do papel meu plano de começar um PodCast sobre banco de dados…

Logo

Segue ae, o primeiro episódio que tive como convidado meu amigo Dirceu Resende que me deu o prazer de participar dessa série de Casts que espero ser a primeira de muitas.

Nesse episódio eu também falei sobre um case interessante sobre Lock Escalation e Page Prefetch que trabalhei nessa semana em um cliente…

Link para MP3:

https://soundcloud.com/fabiano-neves-amorim/podcast1-delete-sem-where-com-fabiano-amorim

Link para o vídeo no Youtube:

Espero que vocês gostem…

Abs.

Fabiano Amorim

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